FUNDAÇÃO LUTERANA DE DIACONIA

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Caderno aborda a violência doméstica a partir de múltiplas perspectivas

Já está circulando o caderno “Nem tão Doce Lar – uma vida sem violência, direito de mulheres e de homens”, organizado pela FLD e vinculado à exposição interativa que denuncia e busca superar a violência doméstica.

A exposição Nem tão Doce Lar resulta da releitura feita por grupos que atuam no campo da violência doméstica e de gênero, a partir de exposição criada pela antropóloga alemã Una Hombrecher, de Pão para o Mundo, em um processo liderado pela FLD. A publicação apresenta a metodologia sobre a intervenção, enquanto ferramenta mobilizadora de comunidades, instituições da sociedade civil e do poder público no enfrentamento e superação da violência doméstica.

A apresentação foi assinada pelo pastor presidente da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), Dr. Nestor Friedrich, e pelo presidente da Diretoria Executiva da FLD, Carlos Hopfe:

“Ao abrir as portas de uma casa, a Nem tão Doce Lar revela como um espaço – que deve ser de amor e cuidado – pode esconder sofrimento e dor. A mostra, portanto, busca ser um espaço de sensibilização para que as pessoas possam reconhecer as situações de violência por si e/ou pelos/as outros/ as vividas, para que tenham sua dor acolhida, para que se sintam fortalecidas a denunciar.

Por outro lado, a mostra busca sensibilizar o poder público local, as organizações da sociedade civil, as comunidades religiosas para que assumam em conjunto o enfrentamento e a superação da violência doméstica. Assim, em torno da mostra, são realizadas oficinas, seminários, mostras de vídeo e apresentações culturais. Deste espaço de conversações e encontros, redes locais são constituídas e/ou fortalecidas.

Esta publicação, realizada com o apoio da IECLB e da Federação Luterana Mundial (FLM), busca ser mais uma ferramenta para o aprofundamento do diálogo e da ação em busca da superação da violência. Os textos elaborados enfocam a violência doméstica a partir de diferentes perspectivas: mulheres, crianças, juventude, pessoas idosas, pessoas com deficiência, pessoas com HIV-AIDS, exploração sexual, entre outras. Reúne mulheres e homens que caminham junto com a Nem tão doce Lar e que, ao contribuir com suas experiências e reflexões, convidam mais e mais pessoas ao diálogo, à participação e ao envolvimento.”

O caderno está disponível abaixo para download. Mais informações sobre a exposição e sobre a publicação, junto à FLD, pelo email rogerio@fld.com.br.