FUNDAÇÃO LUTERANA DE DIACONIA

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Entendendo a relação da justiça sociambiental com as mudanças climáticas

Em preparação ao Seminário de justiça socioambiental e mudanças climáticas: desafios e compromisso, realizado de 20 a 22 de novembro, em São Leopoldo (RS), a FLD reuniu uma série de textos relacionados com o tema, que resultou em um polígrafo disponibilizado aqui para download. A proposta é que a leitura deste material possa facilitar a compreensão da interdependência existente entre processos de injustiça e graves fenômenos climáticos.

Desta forma, o material traz textos sobre:

  • princípios da justiça socioambiental, bem como um diagnóstico/ mapa sobre a injustiça socioambiental no Brasil, além de uma contextualização acerca do atual modelo de desenvolvimento, especialmente sobre suas contradições e sobre o desafio de promover a transição.
  • os principais acontecimentos do último século, especialmente na esfera social e ambiental, que permitem compreender a evolução da visão ecológica e a importância de eventos como a Rio+20 e a Cúpula dos Povos.
  • o debate acerca da dívida ilegítima entre países, já que acirra injustiças socioculturais, econômicas, políticas e ambientais, especialmente em países do hemisfério sul.
  • a mobilização social na gestão de riscos e desastres, como fator essencial na recuperação pós-desastres e na construção de um novo modelo de desenvolvimento.
  • conceitos básicos sobre desastres.
  • a resiliência e sustentabilidade de comunidades e ecossistemas.
  • conceito de desenvolvimento transformador da Aliança ACT (que atualmente está sendo atualizado).
  • apoio psicossocial de base comunitária em situações de emergências.

Considerando que o tema Justiça Socioambiental e Mudanças Climáticas é vasto, listamos também alguns links onde é possível obter mais subsídios.

O seminário foi promovido pela FLD, em conjunto com a Secretaria Geral e a Secretaria de Missão da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), a Faculdades EST, o Conselho de Missão entre Indígenas (COMIN), o Centro de Apoio ao Pequeno Agricultor (CAPA) e o Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR).