FUNDAÇÃO LUTERANA DE DIACONIA

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FLD visita 7ª Expo Alto Camaquã em Bagé (RS)

12-07-2016

Promovido pela Associação para o Desenvolvimento Sustentável do Alto Camaquã (ADAC), juntamente com a Prefeitura Municipal de Bagé e com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), a 7ª Expo Alto Camaquã reuniu representações de famílias de produtoras e produtores rurais, empreendimentos, entidades, além de técnicas e técnicos, entre os dias 8 e 10 de julho, em Bagé (RS). Fernando Aristimunho, assistente de projetos da Fundação Luterana de Diaconia (FLD), participou do evento prestigiando palestras, oficinas temáticas, mostras e degustações relacionadas aos produtos e potencialidades da região, a exemplo da produção de carne de cordeiro, artesanato, turismo e cultura regional. A abertura do evento ocorreu com a realização do 10º Fórum do Alto Camaquã, que iniciou com discussões sobre desafios, projeções, dificuldades e rumos da cadeia produtiva da carne ovina nesta região da Serra do Sudeste.

Cerca de 450 famílias participam da ADAC, especialmente pecuaristas familiares dos municípios da região, que utilizam a marca "Alto Camaquã" para seus diversos produtos. A marca está associada ao território e à identidade da pecuária familiar. A ADAC é reconhecida como um Arranjo Produtivo Local (APL) - Ovinos e Turismo do Alto Camaquã, e articula uma rede de organizações que atuam na sua governança.

Recentemente a ADAC teve um projeto apoiado por meio do Programa de Pequenos Projetos (PPP) da FLD, visando o fortalecimento do trabalho que vem desenvolvendo.

O objetivo é viabilizar a infra-estrutura logística de distribuição, divulgação e comercialização dos produtos da Rede Alto Camaquã (ReAC), atualmente composta por 24 associações locais de pecuaristas familiares, distribuídas nos oito municípios que compõem a parte alta da bacia hidrográfica do rio Camaquã, micro-região da Serra do Sudeste do RS.

A comercialização dos produtos da pecuária familiar do Alto Camaquã, em especial a carne ovina, tem sido realizada mediante uma estratégia de “cadeia curta”, visando ampliar a apropriação de valores por parte das produtoras e dos produtores familiares.

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