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​CEDH-RS emite nota de pesar pelo assassinato de policiais militares em Porto Alegre

27-06-2019

O Conselho Estadual de Direitos Humanos do Estado do Rio Grande do Sul (CEDH-RS) emitiu, no dia 27 de junho, nota de pesar pela morte dos Soldados Rodrigo da Silva Seixas e Marcelo de Fraga Feijó, assassinados em Porto Alegre (RS) durante uma abordagem de rotina. “A sociedade gaúcha perde profissionais que se dedicavam à proteção das cidadãs e dos cidadãos gaúchos, cumprindo com os seus deveres de servir e proteger a sociedade”, diz o documento.

Ao reafirmar sua intransigente atuação em defesa dos direitos humanos, o CEDH-RS lamenta e solidariza-se com a perda irreparável sofrida em razão de um ato de extrema violência. “Nenhuma violência é justificada e nenhuma morte pode ser saudada pela sociedade. A proteção dos direitos humanos exige a atuação das forças de segurança sempre orientada pelos direitos humanos”. 

Abaixo, a nota na íntegra:

Nota de pesar lamenta assassinato de Policiais Militares

O Conselho Estadual de Direitos Humanos do Estado do Rio Grande do Sul (CEDH-RS), criado pela Lei Estadual nº 14481/2014, solidariza-se com a dor da família, amigos e colegas dos Soldados Rodrigo da Silva Seixas e Marcelo de Fraga Feijó, que perderam suas vidas na noite de ontem, 26 de junho, atuando em defesa da sociedade. Os policiais quando em abordagem de rotina, foram alvejados ao entrarem em um beco na Vila Maria da Conceição, na Zona Leste da Capital.

A sociedade gaúcha perde profissionais que se dedicavam à proteção das cidadãs e dos cidadãos gaúchos, cumprindo com os seus deveres de servir e proteger a sociedade, honrando o juramento que fizeram de “Dedicar-se inteiramente ao serviço Policial Militar para a manutenção da ordem pública e a segurança da comunidade, mesmo com o risco da própria vida”.

O CEDH-RS reafirma sua intransigente atuação em defesa dos direitos humanos em nosso Estado, lamenta e solidariza-se com a perda irreparável sofrida em razão de um ato de extrema violência, que deve ser por todas e todos combatido, sendo seus responsáveis responsabilizados nos termos do devido processo legal. Nenhuma violência é justificada e nenhuma morte pode ser saudada pela sociedade. A proteção dos direitos humanos exige a atuação das forças de segurança sempre orientada pelos direitos humanos. 

Porto Alegre, 27 de junho de 2019. 

Paulo César Carbonari, Presidente do CEDH-RS p/ Pleno