Da busca por uma alternativa de trabalho ao protagonismo na construção de uma rede de Economia Solidária.
Da busca por uma alternativa de trabalho ao protagonismo na construção de uma rede de Economia Solidária.
Aos 77 anos, encontrou espaço para compartilhar saberes e fortalecer direitos em rodas de conversa,
Na terra, Olga encontrou caminhos para reconstruir a vida e fortalecer sua autonomia.
Em maio de 2024, a história de Rosângela foi levada pela enchente.
Youse tem dois sonhos: ser médica e viajar pelo mundo. Conta com um sorriso largo, entre o balanço das tranças azuis, pendendo como imensas penas de pavão sobre os ombros.
Era o início dos anos 2000 e ela tinha 10 anos. Morava no Aglomerado da Serra, maior favela de Belo Horizonte (MG).
Para Francimar Kujubim, ser indígena é ser tudo. Durante anos, entretanto, esse direito foi arrancado dela e de seu povo.
Com 7 anos, Marcos Petry Rodrigues colhia tabaco em propriedades vizinhas em São Lourenço do Sul.
Em meio a um bosque de eucaliptos, a flor da guabiroba perfuma a aldeia.
Dormir dava medo.
Pamela Kruze nasceu e cresceu no campo, na paisagem acidentada por morros e vales.
Tatiane Lacerda Siqueira vive com o marido Vanderlei Carpe da Silva e a pequena Melissa no Kilombo Algodão.
Regina Aparecida Lima da Silva sorri como quem sonha. Preenche a tela.
Marta Faria Madeira mora na comunidade desde que nasceu: ela e seis irmãs e irmãos.
Roberto foi crescendo na lida campeira. Conheceu Libânia e, aos 21 anos de idade, casou-se com ela.
Em Uruguaiana (RS), o horizonte é reto. É até difícil saber se estamos olhando para o futuro ou para o passado.