Conheça alguns dos nossos projetos.
EM ANDAMENTO
Restauração ecológica com promoção da sociobiodiversidade e da segurança alimentar em Comunidades Kilombolas no Sul do RS (2025-2027)
Restauração ecológica com promoção da sociobiodiversidade e da segurança alimentar em Comunidades Kilombolas no Sul do RS (2025-2027)
Objetivo
Apoiar ações de restauração ecológica, fortalecimento da sociobiodiversidade e promoção da soberania e segurança alimentar em comunidades kilombolas, por meio da implantação de quintais agroflorestais, sistemas agroflorestais e ações de recuperação de nascentes
Atividades
Implantação de quintais agroflorestais e sistemas agroflorestais em áreas degradadas e no entorno de nascentes; plantio de mudas com espécies alimentares, medicinais e de uso sociocultural; formações com agentes socioambientais kilombolas; intercâmbios locais e regionais; dias de campo em agroecologia; implantação de sistemas de irrigação e armazenamento de água
Público
108 famílias kilombolas diretamente beneficiadas, com participação ativa de mulheres e juventudes
Local de atuação
8 comunidades kilombolas nos municípios de Canguçu, Pelotas, São José do Norte e São Lourenço do Sul (RS)
Financiamento
Secretaria Estadual do Meio Ambiente e Infraestrutura do Estado do Rio Grande do Sul para Reposição Florestal Obrigatória (RFO/SEMA-RS)
EM ANDAMENTO
Mulheres em roda para direitos e justiça econômica: Rede de Comércio Justo e Solidário (2024-2027)
Mulheres em roda para direitos e justiça econômica: Rede de Comércio Justo e Solidário (2024-2027)
Objetivo
Promover iniciativas de justiça econômica e consumo responsável com protagonismo das mulheres da Rede de Comércio Justo e Solidário, visando contribuir com ações de educação e comercialização e a promoção de iniciativas de justiça econômica no âmbito da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) e da sociedade
Atividades
Encontros regionais dos empreendimentos econômicos solidários da Rede de Comércio Justo e Solidário; rodas de diálogo sobre incidência e defesa de direitos entre mulheres que atuam em fóruns e conselhos; oficinas com grupos de apoio psicossocial, para formação em gestão democrática com justiça de gênero, de qualificação em artesanato e alimentação, e de comercialização; apoio a projetos de empreendimentos econômicos solidários; mapeamento sobre responsabilidade social empresarial; criação de Grupo de Trabalho para promover iniciativas de consumo responsável junto à IECLB e sociedade
Público
750 pessoas diretamente beneficiadas, com 450 pessoas de 45 empreendimentos da economia solidária, 80 pessoas de 11 associações e cooperativas da agricultura familiar agroecológica e 220 pessoas vinculadas a comunidades, sínodos, grupos e instituições ligadas à IECLB. No projeto participam diretamente lideranças de 11 Sínodos
Local de atuação
Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná. No Rio Grande do Sul abrange 2 municípios da região metropolitana de Porto Alegre (Porto Alegre e Viamão); 2 na região do Vale dos Sinos (Canoas e São Leopoldo); 5 nas regiões Vale do Rio Pardo e Vale do Taquari (Santa Cruz do Sul, Venâncio Aires, Vale do Sol, Lajeado e Teutônia); 3 na região Sul (Pelotas, São Lourenço do Sul e Canguçu); 1 na região Fronteira Oeste (Alegrete), 4 na região Norte (Erexim, Severiano de Almeida, Áurea e Erval Grande) e 1 na região Noroeste (Três de Maio). Em Santa Catarina, abrange 4 municípios na região do Vale do Itajaí (Blumenau, Itajaí, Itapema e Penha). No Paraná, abrange a região metropolitana de Curitiba, 3 municípios na região Oeste do Paraná (Marechal Cândido Rondon, Cascavel e São Miguel do Iguaçu) e 4 na região Sudeste de Paraná (Verê, Pato Branco, São Jorge D’oeste e Itapejara D’oeste)
Financiamento
Igreja Evangélica Luterana na América (ELCA)
EM ANDAMENTO
OPANÁ: Chão Indígena (2024-2026)
OPANÁ: Chão Indígena (2024-2026)
Objetivo
Contribuir para a sustentabilidade alimentar e ambiental das comunidades indígenas e promover ações de educação antirracista junto à população não indígena
Atividades
Fortalecimento dos Sistemas Indígenas de Produção Agroecológica (SIPA) para segurança alimentar e nutricional; promoção do acesso à água e saneamento ecológico; realização de oficinas de educação antirracista em escolas públicas, instituições de ensino superior e equipamentos de proteção social e atendimento à saúde; fortalecimento cultural por meio de encontros regionais, rodas de conversa e trocas de saberes entre comunidades
Público
970 famílias indígenas do povo Guarani (Avá e Mbya)
Local de atuação
Oeste e Litoral do Paraná
Financiamento
Itaipu Binacional
EM ANDAMENTO
Atuação articulada na defesa de direitos no Território Sul do RS (2024–2026)
Atuação articulada na defesa de direitos no Território Sul do RS (2024–2026)
Objetivo
Fortalecer a identidade kilombola, a segurança alimentar e a atuação conjunta na defesa de direitos em comunidades kilombolas do sul do Rio Grande do Sul
Atividades
Oficinas e rodas de conversa sobre identidade kilombola com atividades culturais; apoio à criação de comitês municipais kilombolas e à incidência em espaços de políticas públicas; implantação e manutenção de hortas e quintais agroecológicos com aquisição de mudas e sementes; apoio à comercialização de alimentos em feiras e programas governamentais, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)
Público
540 pessoas de 14 comunidades kilombolas, estimativa de 7 mil pessoas beneficiadas indiretamente
Local de atuação
14 comunidades kilombolas de municípios do sul do Rio Grande do Sul: Canguçu, Cristal, Encruzilhada do Sul, Jaguarão, Pelotas, Santana da Boa Vista, São José do Norte e São Lourenço do Sul
Financiamento
Igreja Evangélica Luterana na América (ELCA)
ENCERRADO
Capacitação de mulheres quilombolas do bioma Pampa sobre o seu direito a ocupar espaços de participação e representação política (2024-2025)
Capacitação de mulheres quilombolas do bioma Pampa sobre o seu direito a ocupar espaços de participação e representação política (2024-2025)
Objetivo
Capacitar mulheres kilombolas do bioma Pampa sobre o seu direito a ocupar espaços de participação, representação política e tomada de decisão dentro e fora das comunidades
Atividades
Oficinas de formação sociopolítica nas 25 comunidades kilombolas do projeto e encontros gerais de formação e articulação
Público
250 mulheres kilombolas diretamente atendidas, de 25 comunidades kilombolas
Local de atuação
Municípios do bioma Pampa no Rio Grande do Sul: Aceguá, Bagé, Canguçu, Lavras do Sul, Pelotas, Rio Pardo, Rosário do Sul, Santana do Livramento e São Gabriel
Financiamento
Ministério das Mulheres
ENCERRADO
Apoio emergencial a comunidades indígenas e da pesca artesanal no bioma Pampa (2024–2025)
Apoio emergencial a comunidades indígenas e da pesca artesanal no bioma Pampa (2024–2025)
Objetivo
Contribuir para a segurança alimentar e o fortalecimento das capacidades produtivas de comunidades indígenas Guarani Mbya e pescadoras e pescadores artesanais afetadas por eventos climáticos extremos no bioma Pampa, principalmente pelas enchentes que afetaram o estado do Rio Grande do Sul em maio de 2024
Atividades
Entrega de cestas de alimentos adquiridos da agricultura familiar; instalação de hortas comunitárias e reforço de roçados produtivos; recuperação e padronização de espaços de comercialização do pescado; curso sobre boas práticas com pescado; distribuição de sementes e mudas; instalação de viveiro de mudas e aquisição de ferramentas e kits de irrigação; assessoria técnica, mutirões e encontros formativos com foco na autonomia produtiva e resiliência das comunidades
Público
575 famílias diretamente beneficiadas (137 indígenas, 370 pescadoras artesanais, 17 catadoras de materiais recicláveis e outras 51 famílias), totalizando 1.542 pessoas, e mais de 300 pessoas indiretamente
Local de atuação
8 comunidades indígenas e 2 comunidades de pescadoras e pescadores nos municípios de Barra do Ribeiro, Camaquã, Cristal, Pelotas, Rio Grande, São José do Norte e São Lourenço do Sul (RS)
Resultados
575 famílias atendidas com 894 cestas de alimentos, beneficiando também 3 cooperativas e 1 agroindústria da agricultura familiar; 3 hortas comunitárias implantadas e 40 roçados produtivos fortalecidos em 4 comunidades indígenas; 1 viveiro de mudas estruturado; cerca de 70 kits de sementes agroecológicas distribuídos; 25 espaços de comercialização da pesca artesanal recuperados e padronizados; realização do curso Boas Práticas e Agregação de Valor do Pescado com 50 participantes, e do 1º Encontro de Mulheres Pescadoras Artesanais do Pampa; fortalecimento da economia pesqueira e maior visibilidade das feiras com apoio em comunicação e materiais de divulgação
Financiamento
Igreja Evangélica Luterana na América (ELCA)
ENCERRADO
Resposta de emergência a enchentes no Rio Grande do Sul, Brasil (2024)
Resposta de emergência a enchentes no Rio Grande do Sul, Brasil (2024)
Objetivo
Fornecer cestas com alimentos, kits de higiene e de limpeza e vale gás, além de apoio psicossocial de base comunitária para pessoas atingidas pelas enchentes
Atividades
Apoio com repasse de recursos a 4 organizações comunitárias por meio do Programa de Pequenos Projetos, para distribuição de cestas de alimentos para as famílias, com produtos adquiridos de organizações da agricultura familiar agroecológica e de empreendimentos econômicos solidários; entrega de botijão de gás para famílias de mulheres da economia solidária e catadoras de materiais recicláveis; distribuição de kits de produtos de higiene e de limpeza; encontros de apoio psicossocial de base comunitária para mulheres da economia solidária; fortalecimento de capacidades das organizações comunitárias na resposta à emergência
Público
598 famílias, estimativa de 2.054 pessoas, de 7 organizações de mulheres da economia solidária e da agricultura familiar agroecológica, 10 organizações de catadoras e catadores de materiais recicláveis, 7 comunidades indígenas dos povos Guarani e Kaingang e 3 comunidades kilombolas
Local de atuação
Porto Alegre e municípios da Região Metropolitana: Cachoeirinha e Eldorado do Sul; do Vale dos Sinos: Canoas, São Leopoldo e Sapucaia do Sul; e do Vale do Rio Pardo: Cachoeira do Sul, Caçapava do Sul, Encruzilhada do Sul, Estrela Velha, Jacuizinho, Rio Pardo, Salto do Jacuí, Santa Cruz do Sul e Sininbu
Financiamento
Aliança ACT
ENCERRADO
Diaconia transformando realidades de violências (2023–2025)
Diaconia transformando realidades de violências (2023–2025)
Objetivo
Contribuir para que a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) amplie sua atuação na superação da violência contra as mulheres por meio do protagonismo de suas instituições diaconais e comunidades de fé
Atividades
Oficinas formativas e exposições da metodologia Nem Tão Doce Lar; encontros formativos com instituições da Rede de Diaconia; apoio à criação de 3 novos serviços de apoio a mulheres, incluindo uma casa de acolhimento; incentivo e financiamento de projetos por meio do Programa de Pequenos Projetos; fortalecimento de redes locais de apoio e incidência para aplicação de políticas públicas de proteção às mulheres
Público
30 mulheres em situação de violência doméstica, 50 pessoas das equipes das instituições diaconais, 400 pessoas participantes de oficinas e 3 mil visitantes das exposições
Local de atuação
Nacional, com foco nas comunidades de fé da IECLB e instituições da Rede de Diaconia, em diferentes regiões do Brasil
Financiamento
Federação Luterana Mundial (FLM)
ENCERRADO
Justiça Racial e Educação Antirracista no Bioma Pampa (2023–2025)
Justiça Racial e Educação Antirracista no Bioma Pampa (2023–2025)
Objetivo
Ampliar o protagonismo de mulheres kilombolas na defesa de seus direitos e fortalecer ações de educação antirracista junto a escolas públicas, lideranças da Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB) e equipe da FLD, no Bioma Pampa
Atividades
Rodas de conversa com mulheres sobre justiça racial e direitos; encontros de articulação entre mulheres kilombolas; vivências interculturais entre juventudes kilombolas e luteranas; ações formativas sobre racismo para equipe da FLD; produção de materiais didáticos sobre enfrentamento ao racismo
Público
710 pessoas diretamente (mulheres negras, homens, jovens e crianças das comunidades kilombolas, lideranças luteranas, juventude evangélica e equipe da FLD), estimativa de mais de 3 mil pessoas beneficiadas indiretamente
Local de atuação
17 comunidades kilombolas em 11 municípios do Rio Grande do Sul: Amaral Ferrador, Canguçu, Cristal, Encruzilhada do Sul, Jaguarão, Pelotas, Rio Pardo, Rosário do Sul, Santana da Boa Vista, São José do Norte e São Lourenço do Sul
Financiamento
Igreja Evangélica Luterana na América (ELCA)
ENCERRADO
Emergência Hídrica no Bioma Pampa (2023–2024)
Emergência Hídrica no Bioma Pampa (2023–2024)
Objetivo
Minimizar os efeitos da estiagem em comunidades kilombolas por meio da implantação de sistemas de captação e armazenamento de água da chuva, promovendo a segurança hídrica e a adaptação às mudanças climáticas
Atividades
Instalação de sistemas de captação e armazenamento de água da chuva; oficinas sobre gestão da água e crise climática com participação comunitária; formação de comitê gestor com participação das comunidades; coleta de dados e histórias de vida; mutirões comunitários para instalação e apropriação das tecnologias
Público
200 pessoas de 66 famílias kilombolas, estimativa de 160 pessoas das mesmas comunidades beneficiadas indiretamente
Local de atuação
7 comunidades kilombolas localizadas em municípios do bioma Pampa: Encruzilhada do Sul, Jaguarão, Pelotas e São Lourenço do Sul
Resultados
17 sistemas de captação e armazenamento de água da chuva instalados, beneficiando 66 famílias de 8 comunidades kilombolas; realização de 8 oficinas sobre gestão da água e crise climática, com fortalecimento das capacidades locais para convivência com a estiagem; ampliação da capacidade de armazenamento de água em 3 sistemas, passando de 5 mil para 10 mil litros; mutirões comunitários realizados com participação ativa das famílias beneficiadas, promovendo organização comunitária, geração de renda local e apropriação da tecnologia instalada
Financiamento
Igreja Evangélica Luterana na América (ELCA)
ENCERRADO
Innova Ecovida (2022-2026)
Innova Ecovida (2022-2026)
Objetivo
Fortalecer os processos de co-inovação socioprodutiva liderados por famílias agricultoras e suas organizações para a conversão e sustentabilidade de sistemas produtivos agroecológicos, nas cadeias de horticultura e fruticultura no Brasil e no Uruguai
Atividades
Instalação de Unidades de Referência (URs) junto às famílias agricultoras em Sistema de Plantio Direto de Hortaliças (SPDH), bioinsumos, sementes e mudas de hortaliças e frutas de clima temperado; encontros temáticos, dias de campo e oficinas para compartilhar resultados e articular trabalhos de inovação; intercâmbios nacionais entre as URs, envolvendo prioritariamente jovens, para difusão e troca de conhecimentos; intercâmbios internacionais entre Brasil e Uruguai, envolvendo as famílias agricultoras e organizações parceiras, para troca de experiência e aprimoramento das metodologias para transição agroecológica; sistematização das experiências
Público
2.034 pessoas beneficiadas diretamente, sendo 600 mulheres e 600 jovens, e 2.981 indiretamente
Local de atuação
Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná, no Brasil, envolvendo 34 núcleos da Rede Ecovida de Agroecologia; Cololó (Departamento de Soriano), San Antônio (Departamento de Canelones), Colonia 18 de Julio (Departamento de Salt), Colonia Valdense (Departamento de Colonia) e Progreso (Departamento de Canelones), no Uruguai
Resultados
30 URs implantadas, sendo 10 em SPDH, 10 em bioinsumos e 10 em sementes e mudas orgânicas; 15 contratos de parceria firmados com organizações vinculadas aos núcleos de famílias agricultoras para contribuir nas iniciativas de pesquisa; 13 instituições de ensino, pesquisa e extensão integradas nas ações e trabalho; 46 mulheres e 13 jovens liderando o processo de pesquisa e inovação; 14 encontros de formação realizados, envolvendo 1.068 pessoas, 6 intercâmbios, envolvendo 92 pessoas, e 2 intercâmbios internacionais com a comissão de Fomento Rural do Uruguai, envolvendo 32 pessoas; 7 relatos de experiência técnica apresentados no Congresso Brasileiro de Agroecologia; elaboração do caderno “Famílias Agricultoras protagonistas no processo de pesquisa e inovação em agroecologia”
Financiamento
União Europeia (UE) e Organização dos Estados Africanos, Caribenhos e do Pacífico
ENCERRADO
Moviracá: direito à terra indígena (2022-2024)
Moviracá: direito à terra indígena (2022-2024)
Objetivo
Fortalecer o protagonismo de movimentos e organizações indígenas na defesa de seus direitos, realizar apoio jurídico em processos de demarcação de Terras Indígenas e de impacto de grandes obras, ampliar o protagonismo de mulheres indígenas em ações de defesa dos direitos e territórios e incidir, em âmbito internacional, em apoio à causa indígena
Atividades
Apoio a projetos de fortalecimento da atuação de organizações indígenas de base comunitária e regional; apoio jurídico ampliado em processos de demarcação de Terras Indígenas e de impacto de grandes obras; fortalecimento da articulação de mulheres indígenas; incidência ecumênica internacional em apoio aos povos indígenas
Público
Lideranças e representantes de 144 comunidades de 17 povos indígenas e 13 organizações indígenas
Local de atuação
Rondônia, sul do Amazonas, sul do Mato Grosso do Sul e região Sul do Brasil
Resultados
48 processos jurídicos de demarcação de Terras Indígenas e de impacto de grandes obras apoiados, com 16.924 pessoas beneficiadas diretamente; 1 denúncia de violação de direitos encaminhada ao Escritório de Prevenção ao Genocídio da ONU, que resultou em visita da Subsecretaria Geral da ONU e 1 petição de medida cautelar ao povo Xokleng protocolada junto a Comissão Internacional de Direitos Humanos (CIDH) da Organização dos Estados Americanos (OEA); 15 encontros de mulheres indígenas para formação e articulação política realizados; 5 organizações indígenas regionais engajadas no projeto, sendo 3 com avanços na gestão; 12 pequenos projetos executados, de 12 organizações indígenas de base comunitária, e 9 projetos médios executados, de 5 organizações indígenas regionais, sendo 1 projeto de apoio emergencial; e criação do Instituto Guardiãs da Ancestralidade (IGA) pela Articulação Nacional das Mulheres Indígenas Guerreiras da Ancestralidade (ANMIGA)
Financiamento
União Europeia (UE)
ENCERRADO
Certificação Orgânica Participativa e Fortalecimento da Agroecologia nos Núcleos da Rede Ecovida no RS (2021–2025)
Certificação Orgânica Participativa e Fortalecimento da Agroecologia nos Núcleos da Rede Ecovida no RS (2021–2025)
Objetivo
Fortalecer a agroecologia e a produção orgânica no Rio Grande do Sul por meio da certificação orgânica participativa, da qualificação técnica de famílias agricultoras e agroindústrias, da ampliação da participação de mulheres e jovens, do estímulo à comercialização de alimentos saudáveis e da articulação entre núcleos regionais da Rede Ecovida de Agroecologia e com políticas públicas
Atividades
Visitas do Comitê de Ética para verificação da conformidade orgânica; assessoria técnica para atualização da documentação e certificação de famílias e agroindústrias; oficinas e formações sobre legislação e práticas agroecológicas; participação em plenárias estaduais e nacionais da Rede Ecovida e na Comissão de Produção Orgânica do RS; apoio à gestão de organizações de comercialização, feiras e canais institucionais; intercâmbios, seminários e encontros regionais; ações de incidência para fortalecimento de políticas públicas como o Plano Nacional de Agroecologia e Produção Orgânica (PLANAPO), Plano Estadual de Agroecologia e Produção Orgânica (PLEAPO), Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE)
Público
700 famílias diretamente envolvidas, com destaque para a participação de mulheres, jovens e comunidades kilombolas, e mais de 8 mil pessoas beneficiadas indiretamente, incluindo pessoas consumidoras de feiras agroecológicas e estudantes da rede pública que consomem alimentos orgânicos
Local de atuação
Mais de 30 municípios do Rio Grande do Sul, nos núcleos regionais Alto Uruguai, Sul e Vale do Rio Pardo da Rede Ecovida de Agroecologia
Resultados
Mais de 680 famílias e 60 agroindústrias com certificação orgânica emitida ou renovada; fortalecimento dos núcleos e comitês de ética; ampla inserção de mulheres e jovens nos processos de produção, certificação e comercialização; ampliação dos canais de comercialização com acesso ao PAA e ao PNAE; participação ativa em espaços de articulação regional e estadual da agroecologia; maior presença da agricultura familiar no Cadastro Nacional de Produtores Orgânicos do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA); avanço na autonomia das famílias agricultoras, na segurança alimentar e na defesa de políticas públicas em favor da agroecologia
Financiamento
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) – Termos de Fomento nº 3549/2020, 909837/2021, 927351/2022, 941565/2023 e 6401/2024
ENCERRADO
AVA: Amazônia Viva Alimenta (2021-2024)
AVA: Amazônia Viva Alimenta (2021-2024)
Objetivo
Apoiar famílias agricultoras a se recuperar das perdas impostas pela pandemia, promover a inclusão e a sustentabilidade, assegurar o empoderamento social e econômico de mulheres, promover o aumento da produção vegetal orgânica, incentivar o extrativismo sustentável e ampliar as oportunidades de comercialização
Atividades
Apoio de projetos das organizações comunitárias da agricultura familiar; formação em viabilidade econômica, gestão democrática, elaboração e gestão de projetos e justiça de gênero; apoio a circuitos curtos de comercialização, assistência técnica para apoiar o aumento da oferta de produtos orgânico
Público
650 famílias rurais
Local de atuação
Amazônia mato-grossense
Resultados
28 projetos apoiados para recuperação socioeconômica, avanço na agroecologia e comercialização coletiva; fortalecimento de grupos de mulheres de 15 empreendimentos comunitários da agricultura familiar e 16 mulheres lideranças com avanços no seu empoderamento, acesso a recursos financeiros e participação efetiva em instâncias de gestão das associações; 6 novos canais de comercialização acessados pelas organizações comunitárias, entre os quais o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE) e o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA)
Realização
Fundação Luterana de Diaconia (FLD), Instituto Centro de Vida (ICV) e Cooperação de Apoio a Projetos de Inspiração Alternativa (Capina)
Financiamento
União Europeia (UE)
ENCERRADO
Comunidades Kilombolas: Protagonismo e Segurança Alimentar (2021–2023)
Comunidades Kilombolas: Protagonismo e Segurança Alimentar (2021–2023)
Objetivo
Ampliar a segurança alimentar de comunidades kilombolas do sul do Rio Grande do Sul e fortalecer o protagonismo de mulheres e juventudes kilombolas na defesa de seus direitos
Atividades
Manutenção de hortas e quintais agroecológicos com produção permanente; oficinas de segurança alimentar, agroecologia e identidade kilombola, e de capoeira, saberes e espiritualidade; formação com escolas públicas; realização da Feira Kilombola Akotirene; apoio à formalização de associações kilombolas; incidência para criação de comitês kilombolas municipais; participação em conselhos de políticas públicas
Público
950 pessoas diretamente beneficiadas, estimativa de 1.500 pessoas indiretamente, em 15 comunidades kilombolas
Local de atuação
15 comunidades kilombolas de municípios do sul do Rio Grande do Sul: Camaquã, Canguçu, Cristal, Jaguarão, Pelotas, Santana da Boa Vista, São José do Norte e São Lourenço do Sul
Resultados
100 hortas e quintais agroecológicos mantidos com produção diversificada, liderados por mulheres; Feira Kilombola Akotirene consolidada como principal fonte de renda para 13 famílias, com comercialização de 45 alimentos diferentes; 8 comunidades com associações regularizadas e 3 novas associações constituídas; inserção de famílias kilombolas no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE); famílias atuando em 17 conselhos e fóruns municipais e estaduais; criação do Comitê Gestor Kilombola de Pelotas (RS); realização de 19 oficinas com juventudes sobre capoeira e identidade kilombola, e de 8 atividades culturais em escolas envolvendo 850 crianças; fortalecimento do protagonismo kilombola e da incidência em políticas públicas para o enfrentamento da insegurança alimentar e do racismo estrutural
Financiamento
Igreja Evangélica Luterana na América (ELCA)
ENCERRADO
Rede CAPA de Agroecologia: semeando o bem viver (2019- 2022)
Rede CAPA de Agroecologia: semeando o bem viver (2019- 2022)
Objetivo
Ampliar a produção, beneficiamento e comercialização agroecológica, por meio do uso e da conservação da biodiversidade e da valorização da sociobiodiversidade
Atividades
Implantação de Unidades de Referência (URs), assessoria para a transição agroecológica, construção de espaços de gestão democrática com justiça de gênero e participação em espaços de incidência pública
Público
Comunidades indígenas e kilombolas, assentamentos da reforma agrária, grupos e organizações da agricultura familiar, de mulheres e de jovens
Local de atuação
Biomas Pampa e Mata Atlântica, nas microrregiões do sudoeste e oeste do Paraná, oeste de Santa Catarina e sul do Rio Grande do Sul
Resultados
46 URs implantadas com diversificação da produção e aumento da segurança alimentar; fortalecimento da participação de mulheres e jovens em processos produtivos e decisórios; ampliação do acesso a mercados com criação de 5 novas feiras agroecológicas; produção e troca de sementes tradicionais entre famílias indígenas, kilombolas e agricultoras; elevação da renda média familiar em até 40% em unidades de beneficiamento; incidência em políticas públicas, com destaque para a criação da Política Municipal de Agroecologia em Pelotas (RS)
Financiamento
Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e Fundação Banco do Brasil (FBB) – Programa Ecoforte
ENCERRADO
O Terceiro passo na Diversificação Produtiva, Econômica e Sustentável em Áreas Cultivadas com Tabaco na Zona Sul do Estado/RS (2018–2023)
O Terceiro passo na Diversificação Produtiva, Econômica e Sustentável em Áreas Cultivadas com Tabaco na Zona Sul do Estado/RS (2018–2023)
Objetivo
Desenvolver ações de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) junto a famílias agricultoras para promover a diversificação produtiva com ênfase na agroecologia e no desenvolvimento sustentável em áreas tradicionalmente cultivadas com tabaco
Atividades
Diagnóstico inicial e planejamento familiar e comunitário com cada família; assessoria à produção agroecológica e à gestão das propriedades; apoio ao acesso a políticas públicas; implantação de Unidades Demonstrativas e distribuição de sementes e mudas de espécies nativas e tradicionais; apoio à implantação de feiras agroecológicas e processos de comercialização direta
Público
960 Unidades Familiares de Produção Agropecuária (UFPAs), residentes em municípios da região fumageira do sul do Rio Grande do Sul
Local de atuação
Amaral Ferrador, Arroio do Padre, Canguçu, Pelotas, São Lourenço do Sul e Turuçu (RS)
Resultados
960 famílias atendidas com diagnósticos, planejamentos e assessorias técnicas; mais de 6 mil atendimentos individuais e dezenas de atividades coletivas realizadas; implantação de 2 feiras agroecológicas e apoio à criação de uma terceira; acesso ampliado a sementes tradicionais, mudas e materiais genéticos diversos; qualificação da produção de leite com inseminação artificial, melhorias sanitárias e alimentação animal; aumento da adesão a práticas agroecológicas, da diversificação produtiva e da inserção em canais de comercialização; fortalecimento do protagonismo de mulheres, jovens e cooperativas locais; redução da dependência do cultivo do tabaco e avanço na transição para sistemas produtivos sustentáveis
Financiamento
Agência Nacional de Assistência Técnica e Extensão Rural (ANATER) – Contrato ATER nº 93/2018
ENCERRADO
Sustentabilidade e Inclusão Social na Agricultura Familiar (2018–2021)
Sustentabilidade e Inclusão Social na Agricultura Familiar (2018–2021)
Objetivo
Promover desenvolvimento rural sustentável e inclusão social por meio do fortalecimento da agricultura familiar, com foco na agroecologia, segurança alimentar e geração de renda
Atividades
Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) continuada; implantação e manejo de hortas, quintais produtivos e sistemas agroflorestais; incentivo à produção agroecológica e à diversificação de cultivos; distribuição de sementes tradicionais e mudas; apoio à comercialização direta e institucional no Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e no Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE); promoção de feiras e eventos de comercialização; formação e capacitação em agroecologia, gestão, cooperativismo e associativismo; incentivo à participação de mulheres e jovens em processos produtivos e de gestão; intercâmbios e dias de campo; ações de recuperação ambiental e proteção de nascentes
Público
Cerca de 2 mil famílias agricultoras, assentadas da reforma agrária e de comunidades indígenas e kilombolas beneficiadas diretamente
Local de atuação
Municípios da região Oeste do Paraná
Resultados
ATER regular para 783 famílias agricultoras; 7.046,34 hectares em conversão para produção orgânica e 94,98 hectares já certificados; fortalecimento de organizações cooperativas, ampliando a comercialização, geração de renda e inserção em programas institucionais, e da produção agroecológica indígena e piscicultura familiar; constituição de unidades de criação e reprodução da raça de suínos Moura, rede de sementes com distribuição de mais de 5 mil kg de 60 variedades, cultivos de bananas, citrus e outras frutíferas; regularização de 17 agroindústrias de origem animal; apoio à implantação de feiras agroecológicas e eventos, como o Paraná Agroecológico; redução do uso de agrotóxicos em 92,18% das famílias, com 15,81% alcançando redução total; implantação de Unidades de Referência (URs) em saneamento rural; participação de mulheres e jovens nos processos produtivos e organizativos
Financiamento
Itaipu Binacional
ENCERRADO
Comida Boa na Mesa: Projeto de Apoio às Comunidades Kilombolas do Sul do RS (2018–2020)
Comida Boa na Mesa: Projeto de Apoio às Comunidades Kilombolas do Sul do RS (2018–2020)
Objetivo
Promover a soberania alimentar e o exercício pleno dos direitos pelas mulheres kilombolas e suas famílias, por meio da produção, consumo e comercialização de alimentos agroecológicos e do fortalecimento organizativo para promoção de direitos, justiça de gênero e enfrentamento à violência
Atividades
Implantação de hortas, quintais e sistemas agroflorestais com espécies alimentares e frutíferas; oficinas de segurança alimentar, agroecologia e educação ambiental, e de capoeira e saberes tradicionais com crianças e juventudes; distribuição de sementes tradicionais e insumos agroecológicos; formação e acompanhamento de grupos de mulheres kilombolas para empoderamento e enfrentamento da violência; apoio à participação das comunidades em espaços de construção de políticas públicas
Público
1 mil pessoas beneficiadas diretamente, estimativa de 2 mil pessoas indiretamente, em 13 comunidades kilombolas
Local de atuação
Municípios de Amaral Ferrador, Canguçu, Cristal, Encruzilhada do Sul, Jaguarão, Pelotas, Santana da Boa Vista, São José do Norte e São Lourenço do Sul (RS)
Resultados
103 hortas agroecológicas implantadas e lideradas por mulheres; 5.459 mudas plantadas em quintais e 1.764 em sistemas agroflorestais para recuperação de 4 fontes de água; 127 famílias acompanhadas na produção de feijão agroecológico com distribuição de 244 kg de sementes tradicionais; realização de 22 oficinas com 300 participantes, e seminário com 60 participantes e articulação com a rede de proteção às mulheres vítimas de violência; 100 mulheres acompanhadas em grupos de formação sobre justiça de gênero, e 20 mulheres apoiadas na comercialização de artesanato kilombola; início da formação de Promotoras Legais Populares; 80 jovens e crianças participantes de oficinas culturais; atuação em, pelo menos, 9 espaços de políticas públicas; fortalecimento da identidade kilombola e da organização comunitária para promoção da soberania alimentar, justiça de gênero e incidência política
Financiamento
Igreja Evangélica Luterana na América (ELCA)
ENCERRADO
Mulher Catadora é Mulher que Luta (2015-2018)
Mulher Catadora é Mulher que Luta (2015-2018)
Objetivo
Combinar qualificação de prestação de serviços na área da reciclagem com gestão democrática e relações de cooperação e solidariedade sustentadas na justiça de gênero
Atividades
Ações de promoção de direitos sociais e fortalecimento das organizações, entre as quais a elaboração de planejamento estratégico e aquisição de equipamentos
Público
24 associações e cooperativas de catadoras e de catadores de materiais recicláveis, organizadas nas redes Coleta Solidária, Catapampa e Catapoa, e 31 outros empreendimentos com ações pontuais
Local de atuação
Rio Grande do Sul
Resultados
Cooperativas e associações com processo de gestão qualificadas para atuar na cadeia produtiva da reciclagem; catadoras e catadores qualificadas e qualificados em processos de gestão da coleta seletiva solidária; mulheres catadoras com participação em espaços de incidência em políticas públicas
Financiamento
União Europeia (UE)
ENCERRADO
Catadoras e Catadores em Rede (2014-2016)
Catadoras e Catadores em Rede (2014-2016)
Objetivo
Promover justiça econômica e socioambiental, através do avanço na autogestão da cadeia produtiva de reciclagem
Atividades
Fortalecimento de redes de associações e cooperativas, incidência em políticas públicas e adoção da reciclagem popular
Público
36 associações e cooperativas, com participação de 810 catadoras e catadores de materiais recicláveis
Local de atuação
33 municípios do Rio Grande do Sul
Resultados
Coleta seletiva organizada em entrepostos e cooperativas em condições de beneficiar polímeros e comercializar em rede; catadoras e catadores capacitadas e capacitados em autogestão; contratos efetivados com governos municipais e com empresas geradoras de resíduos
Realização
Fundação Luterana de Diaconia (FLD), Movimento Nacional de Catadores de Materiais Recicláveis (MNCR)
Financiamento
Programa Petrobras Socioambiental
ENCERRADO
Fortalecendo a Rede de Diaconia (2013-2021)
Fortalecendo a Rede de Diaconia (2013-2021)
Objetivo
Fortalecer a Rede de Diaconia em todo o território brasileiro por meio de ações no campo da mobilização, articulação, capacitação, comunicação e incidência, visando qualificar o processo de inserção e impacto das entidades junto às populações
Atividades
Capacitação e fortalecimento das instâncias de governança, gestão e equipes técnicas que atuam junto às instituições diaconais pertencentes à Rede de Diaconia; fomento da presença e papel protagonizador e transformador da juventude luterana junto ao contexto das instituições diaconais brasileiras; apoio a iniciativas de promoção da justiça de gênero junto à rede
Público
40 instituições diaconais com vínculo confessional com a Igreja Evangélica de Confissão Luterana no Brasil (IECLB), 2 articulações regionais (Articulação Regional Norte e a Articulação Regional Sul) e suas instituições
Local de atuação
Rondônia, Pará, Pernambuco, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio de Janeiro, São Paulo, Distrito Federal, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul
Resultados
Realização de 4 encontros nacionais com representação de instituições das articulações regionais; constituição de 3 Grupos de Trabalho (GT formação, GT de Comunicação e GT de Sustentabilidade); elaboração do Projeto Político Pedagógico da Rede de Diaconia
Financiamento
Federação Luterana Mundial (FLM)
ENCERRADO
Projeto Pampa (2013-2018)
Projeto Pampa (2013-2018)
Objetivo
Valorizar práticas e saberes de populações urbanas e rurais e contribuir para a qualificação do manejo de recursos naturais, para a destinação adequada de resíduos e o fortalecimento do protagonismo dos grupos, tendo em vista processos de mitigação e adaptação a mudanças climáticas
Atividades
Formações, intercâmbios, acompanhamento, assessoria técnica e incidência pública
Público
Comunidades rurais (assentamentos de reforma agrária, comunidades kilombolas e pecuaristas familiares), associações e cooperativas de catadoras e catadores de materiais recicláveis
Local de atuação
Fronteira Oeste do Rio Grande do Sul, Vale do Rio Pardo e Região Metropolitana de Porto Alegre (RS)
Resultados
Coleta seletiva solidária implantada e qualificada por meio da articulação com o Movimento Nacional de Catadoras e Catadores de Materiais Reciclados (MNCR); tecnologias sociais de mitigação e adaptação às mudanças climáticas implantadas e divulgadas; constituição do Comitê dos Povos e Comunidades Tradicionais do Pampa; elaboração da publicação “Povos e Comunidades Tradicionais do Pampa”
Financiamento
Pão para o Mundo (PPM)