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Unidades de Referência em comunidades indígenas do Paraná: valorização e conservação da sociobiodiversidade

Unidades de Referência em comunidades indígenas do Paraná: valorização e conservação da sociobiodiversidade
21 de fevereiro de 2020 Thais

Comunidade do Passo Liso, Etnia Kaingang, Coronel Vivida (PR)

A partir do projeto Ecoforte – “Rede Capa de Agroecologia – Semeando o bem viver” a Fundação Luterana de Diaconia (FLD) – Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia (CAPA – Núcleo Verê) iniciou o trabalho de assessoria técnica a duas comunidades indígenas do Paraná: comunidade Palmeirinha do Iguaçu, pertencente à etnia Guarani Mbya, no município de Chopinzinho, e Comunidade Passo Liso, de etnia Kaingang município de Coronel Vivida.

O trabalho desenvolvido envolve a implantação de três Unidades de Referência (URs), sendo duas em Sistemas Sustentáveis de Agroextrativismo, na Aldeia Guarani Mbya, e uma Unidade Agroecológica de Criação Animal, composta por criação de galinhas caipiras, na Comunidade dos povos Kaingang.

Considerando a importância do respeito ao modo de vida das comunidades tradicionais e para que o trabalho em conjunto contribua para o fortalecimento e protagonismo dos povos indígenas, três Grupos de Trabalho (GTs) foram formados para a gestão coletiva das ações. Um desses GTs é composto por maioria mulheres indígenas, que solicitaram também uma horta mandala consorciada junto à implantação do galinheiro.

O projeto ECOFORTE – Rede Capa de Agroecologia: Semeando o bem-viver, é executado pela Fundação Luterana de Diaconia (FLD) – Centro de Apoio e Promoção da Agroecologia (CAPA), com o apoio da FBB e BNDES.

Comunidade Palmeirinha do Iguaçu, Etnia Guarani Mbya, Chopinzinho (PR)