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Ação humanitária conecta agricultura familiar e famílias em situação de vulnerabilidade

Ação humanitária conecta agricultura familiar e famílias em situação de vulnerabilidade
26 de junho de 2020 Thais

A FLD-COMIN-CAPA realizaram, entre os dias 10 e 19 de junho, a segunda fase de entrega de cestas básicas para 682 famílias agricultoras, de comunidades kilombolas e de assentamentos da reforma agrária da fronteira oeste e da região sul do RS, que estão em situação de vulnerabilidade social em decorrência da Covid-19.

A iniciativa teve apoio da BB Seguros e do banco BV, empresas do conglomerado Banco do Brasil, além da Cooperforte Cooperativa de Crédito, que destinaram recursos à Fundação Banco do Brasil para ações de assistência social, prevenção e combate à pandemia.

Na família de Nataniele Leite Pizzi, do Assentamento Santa Maria do Ibicuí, em Manoel Viana, três pessoas foram beneficiadas. “Nesse tempo de pandemia, é de uma grande solidariedade que outros assentamentos, com produtos naturais da terra, possam ajudar pessoas que precisam.”

As cestas são compostas por frutas de época, hortaliças, verduras e legumes, batata doce, abóbora, arroz, feijão, farinha de milho e produto de limpeza. Os alimentos foram adquiridos nas Cooperativas Cafsul, de Pelotas, e União, de Canguçu. O sabão foi produzido pela cooperativa Mundo Mais Limpo, da economia popular solidária.

Para Roberto Mattos, presidente da Comunidade Kilombola Cerro das Velhas, de Canguçu, a ação chegou em boa hora. “A entrega das cestas para as 35 famílias aqui na comunidade foi uma maravilha, pois estas famílias estavam passando por grandes dificuldades alimentares.”

Esta ação também tem beneficiado as agricultoras e os agricultores familiares que, desta forma, puderam comercializar um total aproximado de 11 toneladas de alimentos.

Os municípios beneficiados com a entrega das cestas foram Alegrete, Amaral Ferrador, Arroio do Padre, Canguçu, Cerro Grande do Sul, Cristal, Encruzilhada do Sul, Herval, Jaguarão, Manoel Viana, Morro Redondo, Pelotas, Rosário do Sul, Santana da Boa Vista, São Francisco de Assis, São José do Norte, São Lourenço do Sul e Turuçu, na região sul do Estado do Rio Grande do Sul.

Roni Bonow, coordenador geral do CAPA Pelotas, destaca a importância que ações como essas tem para amenizar os problemas enfrentados por muitas famílias – seja para ter acesso a alimentos, seja para comercializar os seus produtos. “Reiteramos a necessidade de apoio contínuo as famílias envolvidas no projeto, tanto na assessoria à produção de alimentos quanto na busca por mais projetos de ajuda humanitária que minimizem os impactos da pandemia e da estiagem.”

Esta é a segunda fase do projeto, que iniciou em maio, atendendo catadoras e catadores de materiais recicláveis, acampamentos e assentamentos da reforma agrária, comunidades indígenas, comunidades kilombolas e empreendimentos econômicos solidários do Rio Grande do Sul e do Paraná.

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